Fotografia de Diane-Arbus. Olhe com atenção.
terça-feira, 1 de julho de 2014
Estava paralisada pela dúvida. Conversando com uma grande amiga, artista e escritora, ela me questionou se a minha proposta seria cômica ou dramática. Para ela, o projeto Ilíada Parangolé parecia totalmente lírico, dramático. Refleti e acabei concordando, e então voltei aos textos sobre comicidade para entender melhor esse tema do qual pouco ou nada sei. Fui ler o livro "Do que riem as pessoas inteligentes" e fiquei tomada pela leitura. Percebi que o grande barato para mim nessa matéria, seria mergulhar no humor. Percebi tarde, eu sei. Mas fazer o quê?! Voltei à Ilíada, e voltei a ler meu projeto inúmeras vezes. Não queria trabalhar com a ideia de comicidade que eu enxergava no início do processo, mas ainda não sabia para onde ir. Então, fascinada pela pesquisa, e sabendo que o tempo estava passando para a realização de um projeto que envolvesse confecção de figurinos, objetos e ou ensaio com atores, comecei a pensar na possibilidade de criar uma videoarte. Ou seja, o que me move continua sendo o canto V e a questão das mulheres e crianças na cidade, o lúdico e o bélico no mesmo espaço, mas o suporte agora é outro e claro, a comicidade navega por outros âmbitos.
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